Uso excessivo de celular pelos pais pode estimular mau comportamento em crianças

Pais de 170 famílias responderam questionários sobre hábitos de uso do celular. Resultado indica que interrupção de tempo em família por tecnologias pode ser prejudicial.

Por G1

Será que o excesso de tempo que os pais passam interagindo com seus celulares ou tablets pode ter algum impacto negativo no comportamento das crianças? Pesquisadores da Universidade de Michigan e da Universidade do Estado de Illinois decidiram avaliar essa possível relação em um pequeno estudo, publicado nesta quarta-feira (24) na revista “Child Development”.

Para fazer essa análise, os pesquisadores levaram em conta questionários respondidos por pais e mães de 170 famílias. Esses pais foram questionados sobre seus hábitos de uso de smartphones, tablets, laptops e outras tecnologias e sobre como esses equipamentos atrapalham momentos em família, como refeições, conversas, brincadeiras e outras atividades.

Os resultados do estudo sugerem que, ao interromper momentos em família para checar mensagens ou navegar em redes sociais, os pais podem estar contribuindo para um maior risco de problemas de comportamento nas crianças, como birras, manhas e hiperatividade.

Uma das autoras do estudo, a pediatra Jenny Radesky, observa que, apesar de indicarem essa associação, os resultados não permitem estabelecer uma conexão direta entre o uso da tecnologia dos pais e o comportamento dos filhos.

“Sabemos que a resposta dos pais aos filhos muda quando eles estão usando tecnologias móveis e que o uso desses equipamentos pode estar associado com interações não muito adequadas com suas crianças”, diz Jenny. “É realmente difícil alternar a atenção entre todas as informações importantes que vêm desses equipamentos com a informação emocional e social de nossos filhos, e processá-las de forma eficaz e ao mesmo tempo.”

O objetivo dos autores é entender melhor o impacto das tecnologias digitais nos relacionamentos familiares e no comportamento das crianças.

Veja algumas recomendações da pediatra Jenny Radesky para os pais evitarem que as tecnologias prejudiquem a relação com os filhos:

  • Planeje momentos em família “desconectados”: pode ser a hora do jantar, a hora de dormir ou quando os pais encontram os filhos após o trabalho. Determine períodos em que os celulares ficarão desligados ou longe do alcance.
  • Monitore seu tempo de uso do celular: existem aplicativos desenvolvidos especialmente para isso. Avaliar esses dados pode indicar em quais momentos do dia o uso de equipamentos é exagerado.
  • Entenda em quais momentos o uso do celular é mais estressante: se ler as notícias ou checar os e-mails do trabalho são atividades estressantes para você, a melhor opção é fazer isso longe das crianças ou em um momento em que os pequenos estão ocupados. Assim, os pais evitam de interagir com os filhos em momentos de estresse.

 

 

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Sem tempo para família?

Dicas para equilibrar a vida pessoal e profissional.

Por UOL
 
Algumas profissões são conhecidas por exigir muito esforço e horas a mais, o que dificulta o equilíbrio do tempo dedicado ao trabalho e à vida pessoal. É o caso, por exemplo, de setores financeiros, como em bancos, e no varejo, lojas de uma forma geral, segundo especialistas em RH consultados pelo UOL.
 
Esse equilíbrio é uma preocupação cada vez mais comum dos profissionais, e empresas de todos os setores estão buscando formas de promover a qualidade de vida de seus funcionários, para conseguir reter talentos e também aumentar a produtividade.

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“[Com qualidade de vida] o profissional rende mais. Fica com a mente aberta para a criatividade e para pensar em soluções. A probabilidade de ter desempenho melhor aumenta”, afirma Isis Borge, gerente de divisão da Robert Half, empresa de recrutamento.
 
As maneiras para alcançar isso podem variar. Segundo Luis Fernando Martins, diretor da Hays, também especializada em recrutamento, áreas comerciais de algumas empresas oferecem a flexibilidade como premiação. Ao atingir alguma meta, por exemplo, o funcionário pode ganhar dias de folga.
 
Outra possibilidade é optar pelo home office. Trabalhando de casa, os profissionais ganham o tempo que gastariam no transporte, por exemplo. Fábio Cunha, gerente executivo da empresa de recrutamento Michael Page, afirma que isso está mais comum em áreas e empresas de tecnologia, principalmente TI (tecnologia da informação).
 
Luis Fernando Martins também diz que as empresas têm se preocupado menos com o horário de trabalho dos funcionários e mais com metas e resultados. Mas nem sempre isso significa melhor qualidade de vida. “Claro que, quando as metas são mais agressivas, as horas também ficam”, afirma.
Veja dicas dos especialistas para melhorar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
 
Busque o que é importante
 
O primeiro passo, segundo Isis Borge, é entender o que é importante para si. Pode ser ficar mais próximo aos filhos, conseguir viajar, dedicar-se a um hobby, ir à academia ou almoçar em casa, por exemplo.
Sabendo o que deseja, fica mais fácil tomar atitudes para alcançar suas vontades. “Tendo isso bem definido, consegue atuar nesse sentido, forçar-se a ter na agenda alguns horários para pôr em prática”, afirma Borge.
 
Olhe ao seu redor
 
Sair todos os dias muito tarde do escritório pode ser uma questão de falta de organização no trabalho. Fazer menos intervalos ao longo do dia ou não gastar tanto tempo com atividades menos importantes pode solucionar o problema, para alguns.
Segundo Isis Borge, uma pergunta que deve ser feita a si mesmo é: será que há gente que trabalha comigo, na mesma função, e consegue sair mais cedo?
Isso pode indicar que o problema é com sua organização no trabalho, levando mais tempo do que o necessário para as tarefas.
Se o problema for generalizado em sua área ou empresa, então pode ser o momento de conversar com os superiores para tentar achar uma solução, ou até mesmo considerar mudar de setor ou emprego, diz Borge.
 
Seja mais metódico
 
Conseguir momentos de lazer na sua rotina também exige organização. Ao planejar melhor as atividades diárias, pode ser que encontre o tempo que falta para a família, lazer ou outros projetos.
“Algumas pesquisas mostram que pessoas produtivas são mais metódicas. Inclusive com sua vida pessoal”, afirma Luis Fernando Martins, diretor da Hays.
“Isso está muito ligado a características pessoais, de ser mais doutrinado e colocar a vida pessoal como prioridade, não só a carreira”, afirma. “Não estou falando de sair mais cedo do escritório ou ficar três horas no almoço, mas encontrar horários alternativos que não atrapalham o dia a dia [no trabalho] para atividades que tragam benefícios físicos e emocionais.”
 
Respeite seus limites
 
É preciso estar atento para perceber se não está assumindo muitas responsabilidades e tarefas além do que pode fazer ou mesmo a mais do que é pedido.
“[Existem profissionais] que gostam de assumir a responsabilidade e às vezes isso nem é exigido deles. Cabe a eles entender isso também. Existe um limite de capacidade, até física, para fazer um trabalho”, afirma Fábio Cunha.

 

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Vagas Julho 2017

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Vagas Disponíveis:
 
Líder de Limpeza (Barueri)
Auxiliar de Limpeza (Alphaville)
Auxiliar de Limpeza (Cotia)
Motorista (Cotia)
 
Entrar em contanto com Kelly ou Daniela
 
Telefone: (11) 4617-9060 
 
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kelly@betalimp.com.br 
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Mantenha seu salário em segredo

Alguns funcionários têm um bom relacionamento com seus colegas de trabalho e acabam contando detalhes profissionais, inclusive quanto ganham por mês. Mas, segundo especialista, o salário é uma daquelas informações que é melhor guarda para si.

O UOL conversou com o consultor de carreira, coach e professor da IBE-FGV Vagner Sandoval e com Isis Borge, gerente da divisão da consultoria Robert Half, para entender os motivos para não sair contando a todos quando você ganha.

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Confira 4 razões.

1-      Evitar mal-estar entre os colegas de trabalho.

Pode acontecer de um colega de trabalho ter um salário menor que o seu, e compartilhar essa informação pode acabar gerando um mal-estar entre vocês. “Isso destrói o clima organizacional e acaba criando concorrência dentro da própria empresa”, diz Sandoval.

Borge afirma que as diferenças salarias existem da empresa, inclusive para quem exerce a 7mesma função, mas é melhor não compartilhar a informação para evitar o desconforto. “É possível que um profissional no mesmo cargo receba um salário diferente. Isso depende do tempo de casa, metas que cada um alcançou, histórico na empresa e mérito, por exemplo. O salário é muito confidencial. ”

2-     Não ficar desmotivado

O contrário também pode acontecer e você descobrir que o seu colega ganha mais. “Fica aquele clima ruim. Quando um profissional se revolta, ele fica contra a própria carreira. Em vez de produzir, ele vai puxar o freio e não vai se envolver com os projetos como queria. Tem coisa que é melhor não saber”, diz o professor.

Para ele, o funcionário deve analisar quanto as outras empresas estão pagando. “O profissional não deve se comparar com o colega do lado. Ele deve se comparar com o quanto o mercado está pagando”, diz.

3-     Por questão de segurança

Antes de sair mostrando o holerite para todo mundo, o profissional deve lembrar que segurança também está em jogo.

Ele pode acreditar que seu salário não é alto, mas outras pessoas podem considerar que sim. “Se a informação do salário vazar, ela pode ficar no conhecimento de pessoas impróprias”, diz Sandoval.

4-     Não ter conflitos com familiares

Não é só no ambiente de trabalho que o salário deve ser mantido em segredo. Os especialistas também aconselham a não comentar sobre quanto recebe no final do mês para amigos e familiares. “Acredito que no máximo o marido ou a mulher”, afirma o professor. Para ele, a exposição de quanto recebe pode trazer conflitos familiares.

Borge concorda. “Um familiar pode pedir empréstimo e gerar um desconforto. É melhor se precaver e não falar nada”, diz ela.

Fonte: UOL Economia, por Thâmara Kaoru, 03.06.2017

https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/06/03/veja-quatro-razoes-para-manter-seu-salario-em-segredo.htm#comentarios

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Será que sou o próximo a ser demitido?

Com uma crise política e econômica instalada no Brasil e o aumento do desemprego, uma dúvida paira e assombra a cabeça de muitos trabalhadores: será que sou o próximo a ser demitido?

Com esse sentimento de incerteza, é natural que todos queiram se preparar para imprevistos como uma demissão.

Mas muito cuidado nessa hora: a paranoia pode ser sua maior inimiga e minar ainda mais a sua produtividade. É preciso saber colocar na balança quais são realmente os indicadores de que você está na corda bamba.

Veja bem, às vezes esses “sinais” de uma demissão iminente não estão direcionados especificamente na sua direção em decorrência do seu desempenho ou comportamento, mas pode respingar em você, pois a empresa pode precisar demitir e reestruturar para conseguir sobreviver no mercado. Sinto muito, mas faz parte do jogo!

Demissão faz parte do jogo corporativo

Muitas empresas têm planejamento e fôlego financeiro para manter sua estratégia por um bom tempo, mas, infelizmente, não é a realidade da maioria das empresas. Lamento de verdade que ainda no Brasil o planejamento ao longo prazo seja visto como “perda de tempo”, e algumas empresas só reagem ao agora e mantêm estratégias ao curto prazo.

Contemplating her next move

É importante entender que uma demissão faz parte do jogo corporativo; assim como você foi contratado e promovido, uma demissão também pode acontecer na sua carreira, e isso é perfeitamente normal.

Sejamos realistas. Mesmo nas épocas boas, para as empresas se manterem competitivas, algumas demissões são necessárias, ajudam a proteger os interesses dos acionistas e a evitar demissões ainda maiores no futuro.

Não adianta se preocupar com algo que não pode controlar. É exatamente nesse momento de crise e incerteza que os inteligentes emocionalmente se destacam, pois conseguem manter equilíbrio perante a essa situação desconfortável.

Momento de crise pode ser bom para profissional competente

A crise é momento muito bom na carreira para aqueles que se prepararam, estudaram e geram resultados ao curto prazo. Por isso, momento de crise para esse profissional “chave” é valioso; é momento de alcançar aquilo que deseja profissionalmente.

Afinal, são nesses momentos complexos de crise que as empresas buscam e disputam por esse profissional competente capaz de enxergar alternativa para tirar empresa do buraco ou não deixá-la cair de vez. Mas não é a realidade da maioria das pessoas, infelizmente.

E você? O que faria se fosse demitido hoje?

Não espere ser demitido para se preparar! Comece checando como estão suas contas a pagar e controle financeiro em casa. Uma boa visão financeira ao longo prazo pode ajudar a manter a calma em momentos de pressão. Comece agora a planejar uma estratégia de gestão de crise coerente.

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Muitas vezes, em meio a momentos conturbados, quando não se tem norte de planejamento, são tomadas decisões precipitadas e, às vezes, irreversíveis.

A boa nova é que você ainda não foi demitido, e nem sabemos se isso acontecerá. Portanto, continue fazendo seu trabalho da melhor forma que consegue fazer! Não tem receita mágica: dedicação, pro atividade e envolvimento no negócio são competências requeridas em qualquer empresa.

Independentemente se sua empresa esteja realizando cortes, sempre é hora de mostrar seu talento como profissional. Encontre as infinitas possibilidades para nadar contra a maré de crise que assola este país.

Afinal de contas, momentos conturbados são excelentes oportunidades para mostrar ao mundo porque merece ocupar esse cargo na empresa. Já que por enquanto não temos outra alternativa a não ser o trabalho, então o façamos com excelência! Mãos à obra!

 

Fonte: UOL Economia, por Daniela do Lago, 04.06.2017

https://economia.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/daniela-lago/2017/06/04/uma-duvida-assombra-o-trabalhador-sera-que-sou-o-proximo-a-ser-demitido.htm

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Reciclagem e seus benefícios

No dia mundial do meio ambiente falaremos sobre reciclagem, um tema tão importante que aborda desde a conservação da natureza à diminuição do desemprego! Isso mesmo, diminuição de desemprego. Descubra essas e outras vantagens da reciclagem.
 
A conscientização em relação a coleta de reciclados no Brasil é baixa se compararmos aos resíduos que produzimos. Países como Alemanha, Japão e Suécia são referências em recolhimento e tecnologias do reciclável e apresentam bons exemplos de redução dos resíduos de maneira consciente e menos agressiva ao meio ambiente.
 
O descarte das toneladas de lixo no Brasil vai para lixões ou aterros sanitários, que muitas das vezes são irregulares, sem separação específica e cuidado no armazenamento dos resíduos. Essa não seleção ocasiona problemas de segurança pública e saúde, além de pragas e degradação dos lençóis freáticos e do solo.
 
A diminuição dos lixos descartados em lixões e aterros sanitários e a conscientização para reciclagem dos seus resíduos é uma excelente saída para o futuro, trazendo benefícios ao meio ambiente diminuindo a poluição atmosférica dos solos, rios, faunas, floras e doenças relacionadas.
 
Muitas vezes encontramos coletores de lixo em nosso dia-a-dia, porém, não sabemos o local correto para descarta-los. A BETALIMP vai te ajudar a ser mais consciente no descarte, e te auxiliar no significado das principais cores da coleta seletiva.
 
Abaixo algumas das cores utilizadas como:
cores do reciclado
Outras cores utilizadas em locais específicos são:
700x220A reciclagem, além de preservar o meio ambiente, é uma grande geradora de rendas e uma excelente saída para quem está desempregado.  Cooperativas especializadas na coleta de papéis, alumínio, metais e vidros são uma outra saída para quem deseja uma oportunidade.
 
A reciclagem torna o país mais sustentável, pois conta com   matérias primas mais baratas através do material reciclado, diminuindo a importação, redução de agrotóxicos nas plantações, gerando novos negócios através de confecções, ateliês e oficinas com materiais reciclados, propiciando novos meios de ganhar dinheiro e beneficiando todos ao seu redor.
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Novas Vagas Maio 2017

VAGAS

 

Vagas Disponíveis:
 
Líder de Limpeza (Barueri)
Auxiliar de Limpeza (Barueri)
Porteiro (Alphaville)
Encarregada (Santo Amaro)
Jardineiro (Itapevi)
 
Entrar em contanto com Kelly ou Daniela
 
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O uso do celular no trabalho

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Você usa o telefone celular no trabalho? O uso pode atrapalhar sua produtividade? A facilidade de ter na palma das mãos o acesso a toda sua lista de amigos, às redes sociais e a uma enorme quantidade de aplicativos provoca conflito nas relações entre funcionários e empregadores.

O uso em excesso do telefone celular no ambiente de trabalho pode, além de prejudicar as atividades, ocasionar uma demissão por justa causa, advertem especialistas.

Não existe uma lei que proíba o uso do telefone celular no local de trabalho, mas o empregador tem o poder de exigir que o aparelho não seja usado durante o expediente. A empresa precisa vetar ou o funcionário que precisa ter iniciativa? Segundo o especialista em comportamento humano e presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), Sulivan França, se afastar do telefone móvel é algo que deve partir do funcionário.

Se você tiver a atitude de deixar o celular de lado e usá-lo apenas no seu horário de descanso, você ganha pontos com o seu superior. Utilizar o aparelho em horário de trabalho pode tirar o foco do funcionário, além de tomar advertência. Para fazer um bom trabalho, a pessoa precisa estar centrada e sem nada que tire a sua atenção, afirma.

Mas caso a iniciativa não venha do trabalhador, é saudável que a empresa proíba o uso? O melhor jeito de decisão é o de acordo coletivo. Se o chefe achar que a conversa e a advertência não funciona, ele deve optar por um acordo que seja divulgado para todos os trabalhadores.

Mas o especialista reforça que o acordo deve acontecer entre todos os funcionários, sem restrição nenhuma. Se acontecer um acordo, todos que trabalham na empresa precisam cumprir. Não adianta o funcionário não usar o aparelho e o superior ficar conectado no celular o dia todo. Deve haver um consenso entre todos.

Referência do conteúdo: https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/especialista-aconselha-sobre-uso-de-celular-no-ambiente-de-trabalho,0b065d567aa974e440673b617c451b6as7684r0j.html

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Vagas Maio 2017

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Vagas Disponíveis:

Auxiliar de Limpeza (Itapecerica da Serra)
Auxiliar de Limpeza (Cotia)
Auxiliar de Limpeza (Osasco)
Auxiliar de Limpeza (Barueri)
Lider de Equipe (Barueri)
Aux de Serviços Gerais (Barueri)
Recepcionista Bilingue (Santo Amaro)

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Como se apresentar quando o recrutador disser “fale sobre você”

Da apresentação pessoal às perguntas sobre faixa salarial, uma boa entrevista tem pouco espaço para improviso; saiba o que fazer

Por Ana Pinho, do Na Prática

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“Fale um pouco sobre você.” Poucas palavras causam tanta ansiedade quanto estas quando ditas numa entrevista de emprego.

E mesmo sabendo que elas estão chegando, muitos candidatos acabam optando pelo improviso, que frequentemente deixa a desejar. Mas afinal, o que constituiu uma apresentação pessoal decente?
Camila Bellato, da área de relacionamento institucional da Fundação Estudar, conduziu diversas oficinas sobre o assunto com jovens brasileiros. O intuito dos encontros é afinar o pitch, um discurso de dois minutos sobre si mesmo feito num palco para potenciais empregadores durante a Ene, a conferência profissional da organização.

“Costumo brincar que o pitch é o trailer do longa-metragem que sua vida é”, começa ela. “Um trailer tem que trazer elementos do filme para chamar a atenção de quem está assistindo e levá-lo ao cinema – ou seja, à sua vida, em que você investiu horas de estudo e trabalho árduo.”

Para tanto, a oficina trabalha aspectos de storytelling e desenvolve uma narrativa sobre as conquistas passadas, as fortalezas e os objetivos futuros do jovem. “Alguém de Recursos Humanos quer saber o que a pessoa é capaz de fazer pela empresa e, para isso, quer olhar os resultados que ela obteve em experiências passadas”, continua Camila.

Para montar seu próprio pitch, ela recomenda papel e caneta para dissecar sua trajetória e escolher situações de destaque e, a partir daí, empregar o modelo STAR (situação, tarefa, ação e resultado). Em que contexto você estava, o que realizou em termos de tarefas, que ações tomou, como colocou suas habilidades em prática e quais foram os resultados? É possível saber mais sobre esse modelo neste outro texto.

“O volume de conquistas conta bastante”, diz Leonardo Gomes, coordenador de seleção da Fundação Estudar. “Procure se envolver com uma ou mais iniciativas o tempo todo e se destacar entre seus colegas. Isso certamente vai pesar na seleção.”

Com uma primeira lista em mãos, entram em cena a edição necessária para criar uma narrativa atraente – e uma estrutura de texto funciona melhor que um texto fixo, já que evita o pânico de “dar branco” – e, principalmente, autoconhecimento e bom senso.

“É preciso focar nas experiências que você considera mais significativas e que melhor definem o profissional que você é”, conta Camila. “E lembre-se também de pensar se as experiências que está contando são significativas para a candidatura em questão.”

Autoconhecimento

Uma continuação da apresentação pessoal são as perguntas tradicionais, como principal conquista, principal erro, maiores aprendizados e seus pontos fortes e fracos, um clássico de processos seletivos.

“Vemos muitos jovens tentando encobrir os seus defeitos e o melhor é ser sincero”, fala Camila. “Responda que sabe qual é seu ponto fraco e que ações toma para desenvolve-lo e para que não impacte negativamente seu trabalho.”

Para quem não sabe por onde começar, ela recomenda a redação de uma lista de fortalezas e fraquezas e pedir feedback de amigos, familiares e colegas de trabalho sobre suas melhores características profissionais.

Para obter mais insights sobre esses assuntos, Leonardo também recomenda os testes de estilo de trabalho, personalidade e valores da Fundação Estudar, que são oferecidos gratuitamente online.

“Você vai entender mais sobre seu próprio perfil, saber se há alinhamento com a cultura de uma empresa e quanto você gostaria de estar num ambiente assim”, explica ele.

Esse tipo de conhecimento vai facilitar qualquer entrevista e apresentação, já que diminui surpresas, improvisos e falsificações.

“Ser honesto sempre vai te levar para frente”, afirma Sofia Esteves, fundadora da Cia. de Talentos e do Grupo DMRH. “Entender quais são suas características principais, mesmo aquilo que você não gosta e como vai correr atrás para melhorá-las, significa se respeitar.”

E mesmo quando uma mentira passa da primeira fase, apresentar uma faceta que não é verdadeira é um desastre esperando para acontecer. “Vão procurar no dia a dia aquilo que você não é”, continua.

Camila concorda. “Há pessoas que vendem aquilo que não são porque estão desesperadas para serem contratadas. Se você vende uma habilidade de trabalho que não tem e ela for exigida em alto nível logo no começo, pode não haver tempo para desenvolvê-la – e aí você pode ser visto como um profissional ruim.”

Entrevista de emprego é mão dupla

Munido dos insights de autoconhecimento e de informações sobre a empresa e o setor em questão – nunca subestime o poder da pesquisa –, o candidato estará mais preparado para fazer perguntas bem informadas e impressionar o recrutador.

É um ponto crucial. “Uma entrevista é uma mão dupla: você está sendo selecionado, mas precisa aproveitar para selecionar a empresa”, fala Sofia. “O pior erro, que é muito comum, é não saber o que perguntar ou mostrar claramente que não sabe nada sobre a empresa.”

Conforme a carreira avança, não é raro precisar falar sobre pretensão salarial – e chutar não causa boa impressão.

A boa notícia é que existem sites com esse tipo de informação, como Catho, Love Mondays e Hays, que disponibilizam pesquisas sobre salários por tipo de vaga, região e nível de senioridade.

“Chegue preparado”, resume Leonardo. “Entenda seu próprio perfil, o nível de senioridade em que você se encaixa e como funciona essa faixa média no mercado.”

OK, estar preparado e alerta claramente impressiona recrutadores. Mas como deixar uma impressão verdadeiramente boa?

“Perceber que o jovem está aberto a aprender e está disposto a crescer junto com a empresa faz brilhar os olhos”, conclui Sofia.

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